Kadish

<p class="font_7"><u><strong>Kadish</strong></u></p>
<p class="font_7"><em><strong>O Kadish é a oração daquele que está de luto. Está escrito em aramaico e expressa a grandeza de Hashem e nossa fé na vinda de Mashiach e na ressurreição dos mortos.</strong></em></p>
<p class="font_7">Shulchan Aruch, capítulo XXVI</p>
<p class="font_7">Regras do Kadish dos Órfãos</p>
<p class="font_7">Encontra-se nos Midrashim (relatos a partir de versículos bíblicos) de numerosos episódios relativos a filhos que estavam de luto, e cujo pai (ou mãe) tinha sido salvo de uma sentença graças ao Kadish que o filho proferiu por ele (ou por ela). É por isso que existe o costume de fazer o Kadish e também de ser chamado como Maftir (para ler a Haftará nos Profetas, após a leitura da Torá), e de orar na tribuna como oficiante, em especial na saída do Shabat, o momento em que as almas retornam ao Guehenom (para cumprirem suas penas); o mesmo com respeito à noite, quando a sentença é mais rigorosa.</p>
<p class="font_7">Existem diversas regras com respeito ao Kadish que variam de acordo com costumes.</p>
<p class="font_7"><u><strong>IZCOR</strong></u> (Lembrar os pais)</p>
<p class="font_7">O Talmud (Taanit 16a) explica que a finalidade do Izcor é invocar a memória do falecido, de modo que ele possa interceder diante de D’us pelos vivos.</p>
<p class="font_7">Haiom Iom de 7 de Tevet</p>
<p class="font_7"><strong>Para ser dispensado de </strong><em><strong>Chubut Haquever</strong></em><strong> (“estreitamento” do túmulo, que tortura a alma divina), é preciso pronunciar letras da </strong><em><strong>Torá</strong></em><strong> e dizer </strong><em><strong>Tehilim</strong></em><strong>, durante um sexto do dia (quer dizer, durante quatro horas).</strong></p>
<p class="font_7"><strong>Para merecer a pureza da alma, dispensando o </strong><em><strong>Caf Haquela</strong></em><strong> (movimento giratório da alma divina no interior do túmulo), é preciso recitar durante o dia todo, sempre que possível, </strong><em><strong>Mishná</strong></em><strong>, </strong><em><strong>Tania</strong></em><strong> e </strong><em><strong>Tehilim</strong></em><strong> de cor.</strong></p>
<p class="font_7">RESPOSTAS HASSÍDICAS</p>
<p class="font_7">Igrot Codesh do Rashbi</p>
<p class="font_7"><strong>Para uma longa vida</strong></p>
<p class="font_7">Redigir um testamento permite ter uma longa vida</p>
<p class="font_7">Recebi suas cartas de 9 de Sivan e de quarta feira da Parashat Corach. Recebi também o texto do seu testamento, que se tornará efetivo após uma vida de longos dias e bons anos. Dizia-se antigamente que o simples fato de redigir um testamento favorecia uma longa vida.</p>
<p class="font_7">De qualquer maneira, gostaria de recordar que este só terá valor na medida em que for registrado junto a um homem de lei.</p>
<p class="font_7"><strong>Um amigo falecido</strong></p>
<p class="font_7">Em 5745-1985, um dos participantes de um curso de Torá deixou este mundo. Os outros participantes foram afetados e pediram ao Rebe o que deveria ser feito. O Rebe respondeu:</p>
<p class="font_7">“Nossos Sábios ensinam (tratado Quetuvot 103b) que é um “bom sinal” deixar este mundo na véspera de Shabat. Rashi explica que ele pode, de fato, encontrar o repouso imediatamente. Todos os participantes do curso, possa D’us acordar-lhes longos dias e bons anos, distribuirão entre eles capítulos da Mishna em memória dele, para que o estudo se complete no trigésimo dia. Antes do Shabat, se dará Tsedacá em sua memória. E estes propósitos serão concluídos positivamente desejando a cada um que receba a Torá com alegria e profundidade.”</p>
<p class="font_7"><br></p>

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