França/Brazil, Futebol

BS’D

 

BRASIL! BRASIL! BRASIL!

A Revolução francesa ... Espiritual

 

 

As letras que formam o nome FRANÇA, em hebraico TSARFAT,                  constituem também, em ordem diferente, a palavra Parasta, como está escrito (versículo 5, Bereshit 28) “... E te estenderás com força (Ufaratsta) para oeste, leste, norte e sul”(                                                          ).

A França, sem dúvida, cumpre este versículo, difundindo as fontes da Chassidut em todas as direções e preparando o mundo para a chegada de Machiach e para a libertação.

Destaca-se também que a palavra TSARFAT eqüivale numericamente a 770, o endereço do centro de difusão da Chassidut estabelecido pelo Rebe precedente, em Nova Iorque. Este número expressa uma ligação com a Libertação já que é um múltiplo de sete. Com respeito a isso nossos sábios ensinam que “todos os sétimos são queridos”.

 

“PRA FRENTE BRASIL!”

Façam como a França vocês também. Conquistem a copa do mundo de difusão da Chassidut.

 

 

FUTEBOL

Prestando atenção às Mensagens da Vida

 

O mundo é redondo, como uma bola (Ierushalmi, Avoda Zara, 3:1) A bola, ou globo, é dada(o) a cada Judeu, como o Talmud (Sanhedrin 37 a) expressa, que cada pessoa deveria dizer, “O mundo foi criado por minha causa.” O objetivo da vida é levar o globo para a meta, o “Portão do Rei”.

Não está, entretanto, nos planos de D’us que levar o globo para o “Portão do Rei” possa ser cumprido sem oposição; pelo contrário, existem aqueles que “nos rodeiam, prontos para nos destruir.” (Hagada de Pessach). Isto implica na existência de um time oposto desafiando o Judeu a todo momento. Do mesmo modo que o Judeu deseja pôr a “bola” no “Portão do Rei”, seu adversário tem seus próprios planos para colocá-la na “entrada do Guehinom (purgatório).” (Eruvin 19 a)

É precisamente a ameaça que seu oponente representa que provê o judeu com a motivação para ganhar. Os ensinamentos chassídicos explicam que o desejo de vitória nos empurra a chegar mais fundo dentro de nós e a descobrir nosso potencial oculto. Da mesma maneira, um rei, em época de guerra, esvazia seu tesouro para ganhar; é a batalha com o adversário que nós atiça para encontrar novas habilidades.

Esse tipo de conduta se evidencia nos esportes, especificamente no futebol, onde os dois times se opõem aos esforços um do outro para fazer um gol. A motivação primária dos jogadores, num plano ideal, não é o dinheiro que eles recebem (embora, claro, eles precisam ser adequadamente compensados pelo seu treinamento e esforço). Pelo contrário, é o seu desejo pessoal de vitória o principal motivador. (E o Brasil é o melhor do mundo!).

Na vida como no esporte, não podemos nos mover com lentidão. Precisamos nos mover continuamente com vitalidade, correndo e saltando para superar o desafio. Esse tipo de serviço não é realizado apenas com o cérebro ou o coração (embora o pensamento e a emoção sejam importantes) mas sim com a ação do pé. Somente pela prática vigorosa dos nossos estudos Judaicos poderemos ter a esperança de sair vitoriosos na nossa tentativa de introduzir o globo no “Portão do Rei”.

Numa visão mística, a bola representa a maneira como nossas atividades divinas devem incluir cada aspecto do nosso ser. Visar o gol representa saltar diretamente aos níveis mais elevados de espiritualidade, passando por cima dos estágios intermediários, realizados por meio de um crescimento gradual.

 

(Sihos Codesh of the Rebe, Shabos Parshas Shemini, 5740)