6. Aharé Mot

BS’D

Kol Hamoshiach

PARASHA AHARÉ MOT

Conteúdo da Parashá:


ACHAREI-MOT

Þ  Um cohen não deve entrar no Beit Hamicdash sem necessidade

Þ  IOM QUIPUR na época do Beit Hamicdash

Þ  Seder há’avoda/O serviço de Iom Quipur

Þ  As leis de Iom Quipur

Þ  A proibição de oferecer sacrifícios fora do Mishcan

Þ  Quissui Hadam/Cobrir o sangue do animal sacrificado com terra

Þ  Uvechucotechem lo telechu/Não adotar os costumes sociais dos Não Judeus

Þ  Araiot/As relações proibidas

Þ  Caret/A pena de banimento

Þ  Hashem castiga rigorosamente a depravação dos costumes

Þ  Erets Israel não pode tolerar o pecado

Þ  As barreiras contra a imoralidade

Þ  Proibição de entregar as crianças aos sacerdotes de Molech

A Parashá Acharé Mot fala da morte dos dois filhos do sumo sacerdote Aarão: Nadav e Avihu, que, de acordo com os próprios termos do Chumash, “morreram diante de D’us”.

Diante de D’us significa que eles se haviam elevado acima do nível espiritual, denominado o nome de D’us e que tinham estado em contato com a essência inefável que está além de todos os nomes. E eles morreram por isso. Porque, diante de revelações divinas inesperadas, encontraram-se frente a estas luzes muito fortes, e as luzes os cegaram.

Presos pelo êxtase divino, não suportaram a idéia de continuar sua vida terrestre e romperam a ligação que unia a alma ao corpo.

Qualquer que seja o nível espiritual alcançado pelos filhos de Ararão, a Torá considera sua viagem sem retorno um erro, ou seja um pecado. A missão dos Profetas, durante suas ascensões espirituais, é incarnar as luzes espirituais aqui em baixo, no mundo terrestre, mas não evadir-se dele.

Revelar D’us na matéria, transformar este mundo em moradia para D’us, manifestar o divino no quotidiano, nas coisas mais simples, mais terrenas e até nas mais baixas da vida, esta é a finalidade da Torá.

I – ACHAREI MOT

Uvechucotechem lo telechu/Não adotar os costumes sociais dos Não-Judeus

Hashem adverte os Bnei Israel: “...não andareis nos seus caminhos (dos não judeus)”(Vaicrá 18:3)

A Torá da uma advertência de ordem geral ao Judeu: ele não deve participar dos costumes sociais dos não judeus, nem imitá-los.

Hashem diz: Não se sentem nos seus teatros, seus circos, seus estádios!”

Este édito inclui a proibição de vestir as roupas reservadas ao religioso entre os não judeus e o de celebrar os dias de festa dos não judeus.

Em qualquer área da vida, devemos ser reconhecíveis como povo eleito por Hashem, dissociando-nos dos hábitos sociais dos não judeus que, se não têm suas fontes nas práticas idólatras, no melhor dos casos são frívolas e isentas de sentido.

As palavras da Torá abrem os olhos da geração atual que, infelizmente, tira sua informação sobre judaísmo da leitura dos jornais em vez de usar as fontes da Torá. Os jornais fazer acreditar aos seus leitores que a salvaguarda da presença judaica no país depende do fato de existirem sistemas de irrigação adequados ou da fundação de instituições culturais. Enquanto exista uma universidade que apregoa a heresia e os casamentos mistos em Jerusalém, há cinemas em cada cidade judia e um modo de viver que copia as culturas não judaicas mais baixas e mais dissolutas, não nos diferenciamos das outras nações que viveram e foram expulsas.

Em vez de investir nosso dinheiro e nossos esforços num sistema cujos fundamentos estão torcidos, devemos analisar e resolver o problema de Erets Israel a partir das suas verdadeiras raízes. Um país construído sobre fundamentos de Torá de Queducha tem a certeza de gozar da proteção divina. É para as Ieshivot e outras instituições da Torá em Erets Israel que deve se dirigir nosso sustento financeiro.