SUKOT

Imediatamente após a gravidade dos dias que vão de Rosh Hashaná a Iom Quipur, nos preparamos para a alegria sem limites de Sucot, a “época da nossa alegria”. Durante os quarenta anos que seguiram à saída do Egito, esses anos em que erraram pelo deserto, “nuvens de glória” protegiam o povo judeu. A Sucá nos lembra este período. Ela nos torna mais conscientes do amor e da proteção onipresentes de D’us. É assim que nos é solicitado: “Na Sucá residirás sete dias”(Lev. 23:42). Comer na Sucá, ficar dentro simplesmente: é uma experiência judaica única.

A outra Mitsvá (Mandamento) particular de Sucot é a das “Quatro espécies”, o Etrog (Sidra), o Lulav (ramo de palmeira), os Hadassim (mirto) e as Aravot (Ramos de salgueiro) que unimos e que agitamos. Entre muitas outras, uma das explicações deste mandamento é que cada uma das espécies representa uma certa categoria de judeus. O fato que o cumprimento da Mitsvá exige a reunião das espécies é o símbolo da nossa unicidade como povo. Cada um de nós precisa do próximo. E as quatro espécies são agitadas nas quatro direções e para cima e para baixo, por significar que D’us está em todos os lugares.