Criminalidade

Campanha para o Minuto de Silêncio

1 – Histórico:

1983: O Rebbe lançou a idéia do Um Minuto de Silêncio, em todas as escolas do mundo, a cada início de um dia de estudo. Durante este Minuto de Silêncio, cada estudante meditaria com base no que “um olho vê e uma orelha escuta”.

2 – A concepção do Presidente:

O Rebbe iniciou em 1983 a campanha para o Minuto de Silêncio, relacionada com a vinda do Messias, que deve “transformar o mundo para que todos sirvam juntos a D’us, como está escrito no Rambam: ‘Então, Eu transformarei as Nações para que todas elas invoquem o Nome de D’us numa linguagem clara e O sirvam’.” Esta campanha foi destinada não só aos judeus, mas também a todas as Nações do mundo inteiro. Para promover uma boa educação, o Rebbe declarou: “A única maneira de educar um homem para que ele adote um comportamento direito e digno é de ter consciência que este mundo tem um Dono”.

Depois, o Rebbe propôs que Um Minuto de Silêncio fosse instaurada nas escolas públicas, nos Estados Unidos, assim no Congresso e no Senado. Da mesma maneira em vários países. O Rebbe salientou os termos desta campanha e propôs legislar neste sentido, “porque a promulgação de uma lei corresponde à concepção do presidente deste país, que, naquela época, foi Ronald Reagan”. Os responsáveis pelas comunidades e diferentes personalidades trabalharam neste projeto e iniciaram contatos com membros do Congresso e do Senado americanos. Num primeiro tempo, esta tentativa ficou em vão. Mas teve sucesso quando houve a intervenção das crianças como incentivo do Rebbe.

3 – Uma carta das crianças:

Para obter sucesso neste projeto de legislar o Minuto de Silêncio, o Rebbe pediu que fosse escrito ao Presidente, solicitando que ele instaurasse, por lei, Um Minuto de Silêncio em todas as escolas americanas. O Rebbe exigiu que a carta fosse redigida por um jurista e assinada por crianças. Segundo os termos do Rebbe: “esta carta será breve e todas as crianças a assinarão por eles mesmos. O conteúdo será o seguinte: nós sentimos a necessidade de tomar consciência que ‘no início D’us criou o Céu e a Terra’, que o Mundo não é uma selva e que ele tem um Mestre, um Dono, um Criador, Que o dirige, que Ele tem um olho que vê e uma orelha que escuta. Nós endereçaremos então ao Presidente dos Estados Unidos para pedir a ele que promulgue uma lei, alegando que o dia de estudo, dentro de todas as escolas dos Estados Unidos, deve iniciar com Um Minuto de Silêncio, consagrada a meditar ao Criador Que o dirige”.

4 – O remédio à criminalidade:

Depois o Rebbe mandou que ocorresse o mesmo em todos os países do mundo. O único fato de mencionar a existência do Criador que dirige o Mundo tem uma incidência concreta sobre o comportamento humano. Aliás, pode se observar a importância do aumento do índice de criminalidade, que caracteriza as populações educadas sem ter conhecimento da existência do Dono do Mundo.

O Rebbe incentivou o Minuto de Silêncio não só nas escolas públicas leigas, mas também nas escolas judaicas. Ele explicou “em algumas escolas judaicas, os alunos são tão absorvidos pelo estudo da Torah que eles esquecem que D’us é o Dono do Mundo!”

Liberdade

Neste país, enfatizamos particularmente a importância da liberdade. Cada um acha que está “livre” quando pode fazer tudo o que quer, sem que ninguém se intrometa no que está fazendo. Segundo um ditado popular, “a liberdade de um termina quando começa a liberdade de outro”. Ora, o Talmud proclama: “é livre unicamente aquele que se consagra ao estudo da Torah”, o que quer dizer que a liberdade da Torah é antítese daquela do mundo. Esta última implica a baderna, que ninguém pode dizer ao outro o que convém fazer, nem o governo de cada país. De maneira tal que cada um pode fazer realmente tudo o que vier a cabeça!

Lutar contra a religião

Eu não sou religioso

O entusiasmo dos leigos que lutam contra a religião por puro desafio não vai perdurar. Daqui dez anos, este combate ideológico terá desaparecido completamente porque nada justifica manter este combate. A nova geração leiga sentirá então um vazio total do espírito, uma vida sem rumo, ausência de todo o ideal satisfatório. Então, aqueles que adotam o modo de vida leigo o farão sem motivação ideológica, somente por conforto e prazeres materiais. Daí o vazio. Mas o campo da Torah irá se reerguer e se expandir, quantitativamente e qualitativamente. Numerosos leigos, os jovens em particular, farão Teshuva (volta ao modo de vida, conforme a Torah) e irão procurar conteúdo moral e espiritual para a vida deles.

Entrevista do Rebbe para Rav Elyahu Ki Tov, 1953.

Votos do Rabino-chefe do Rio de Janeiro Yacov Israel Blumenfeld

Desejo a todos um ano bom e doce, de muita saúde e felicidade. Pois a verdadeira felicidade é quando temos um conteúdo na vida, é quando a pessoa vê seu rumo na vida, quando ela vê qual o seu objetivo durante toda a sua passagem neste mundo.

E obviamente como D’us é bondoso. Quando Ele criou o ser humano, ao mesmo tempo o preparou, para que ele entendesse o seu objetivo e rumo na vida. Esta preparação D’us colocou na Torah escrita e oral. Portanto, através do estudo diário da Torah e praticando-a diariamente, encontraremos nosso rumo e objetivo na vida, que trará a todos nós felicidade íntima e, conseqüentemente, felicidade externa, com muita paz e alegria.