Contatos e orientação

Para fazer uma Teshuvá verdadeira do fundo do coração,

entrar em contato com o rabinatorio@uol.com.br

e visite a Cidade da Teshuvá


Coragem! Rio 40º- Teshuvá com Personalité e alegria.

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Fazer Teshuvá, isto é, querer voltar a viver o judaísmo autêntico de acordo com a Torá de verdade e Torá de vida e não de acordo com a política e falsas "boas maneiras".

Fazer Teshuvá não significa dar dinheiro. Fazer Teshuvá é viver de novo.

Não basta doar um Sefer Torá para lavar sua consciência e não estar nem aí para cumprir suas 613 obrigações.

Doar dinheiro, doar Sefer Torá, visitar a sinagoga, tudo isto é muito bonito, mas não isenta nenhum judeu de cumprir suas obrigações, isto é, os 613 Mandamentos da Torá. Um bom rabino orientador deve orientar a pessoa a seguir as Leis da Torá de maneira honesta e não rapinar suas economias acalmando sua consciência.

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Fazer Teshuvá é muito difícil. Primeiro porque a pessoa terá que se questionar intimamente e admitir seus erros. Depois a pessoa terá que mudar progressiva e integralmente todos os aspectos de sua vida física, moral, social, familiar, conjugal, etc, até os menores detalhes. A pessoa que faz Teshuvá vai ter que verificar constantemente 24 horas por dia se todos os seus atos, se todas as sua palavras e se todos os seus pensamentos foram conforme a Vontade de D'US,  Hachem. Pensamentos, fala, ações e também DESEJOS deverão se adequar com a vontade divina. Isto significa uma verdadeira revolução íntima que requer profundidade, alegria.

Não se faz Teshuvá com depressão nervosa ou tristeza. O orientador deve insuflar coragem, apoio, inteligência, criatividade, personalidade.

Se não for o caso, o arrependido agirá tal uma máquina religiosa, cuja personalidade essencial foi mutilada. ....

Não se pode fazer Teshuvá sem um orientador honesto, devoto e totalmente FORA DOS PLANOS POLÍTICOS.

Em outras palavras, a pessoa que faz Teshuvá terá que adequar sua vida cotidiana ao Código das Leis da Torá (os quatro volumes do Chulhan Aruh em sua explicação correta). É por isso que precisamos aprender as Leis da Torá da maneira certa, com a pessoa certa, pois são as 613 Leis da Torá que regem nossa vida e a existência. É a mesma Lei para todos. É a mesma lei e as mesmas obrigações para os ricos, os pobres, os proprietários ou não, os bonitos ou feios, os inteligentes e os simples, os cultos e os ignorantes, os diplomados e os iletrados.

A Torá não é apenas para os rabinos. A Torá não foi dada aos anjos.

As instituições onde se ensina Torá não deveriam ser um clube VIP, mas sim  para todos, todos, todos, todos, todos, todos, todos. Para bom entendedor, meia palavra basta.

A pessoa que faz Teshuvá terá que mudar totalmente seus hábitos: alimentares, sua maneira de falar, de andar, de dormir, mudar sua cozinha, sua louça, seus livros, suas roupas, suas camas, seu guarda roupa, enfim tudo. Com tanto investimento e com tantas dificuldades é bom iniciar da maneira certa, com o orientador certo.

Se não terá que fazer Teshuvá da Teshuvá!

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Admitir seus erros é a coisa mais difícil do mundo, isto porque por mais que seja humilde e bem educada, a pessoa acha sempre que tem razão e que acha que ela está no mundo da “verdade”. Em segundo lugar, a Teshuvá é difícil porque não basta se esforçar para admitir e corrigir seus erros, o problema é que é preciso saber O QUE É UM ERRO????

Vamos imaginar, se com a maior vontade do mundo uma pessoa quiser fazer Teshuvá, se não for orientado por um rabino digno deste nome, digno de confiança, um rabino honesto, um rabino que orienta seu rebanho sem política e sem interesse financeiro, “a Teshuvá” não só será um fracasso, como também um caos destrutivo para ele mesmo, para o seu meio ambiente, para sua cidade. O judaísmo desfigurado pelos "rabinos" destrói as cidades, provoca desunião entre todos nós, ódio, divisões, ódio, divisões, etc.

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Teshuvá mal orientada é igual a perigo!

Uma vez que a pessoa é mal orientada, ela acha que está fazendo o certo enquanto ela está totalmente errada.

Muitos “rabinos” “ortodoxos” se aproveitam da fragilidade das pessoas motivadas pelo sentimento puro de Teshuvá, e as orientam nos maus caminhos, de maneira extremamente sutil, que somente àqueles versados no estudo da Torá podem perceber. Este tipo de “rabinos”, malandros e gananciosos, representa um perigo notório e são como “Aquele que espanca na escuridão” é aquele “que coloca um obstáculo no caminho do cego”.

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Não basta fazer Teshuvá, é preciso construir, na cidade, uma infra-estrutura adequada para integrar e orientar àqueles que fazem Teshuvá. Uma fachada de religiosidade e empreendimentos na construção civil não oferecem a infra-estrutura para integrar os que querem fazer Teshuvá.

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A estrutura requerida para fazer Teshuvá não existe ainda no Rio de Janeiro. Os “rabinos” “ensinam” “ensinamentos” de tal maneira que o ouvinte seja idiotizado e perca sua capacidade de discernimento. Tudo isto não passa de um folclore criado por "rabinos" que burlam abertamente as Leis da Torá e aproveitam-se da ignorância das pessoas sedentas de judaísmo para arrecadar fundos, subir no palanque para aparecer ou para se fazer de Salvador da Pátria, ou de Rei do Gado.

Em geral, a  boa dona de casa é seduzida pelo folclore ortodoxo tropical, já que os "sábios rabinos" a chamam de matriarca, bajulando-as, inflando o seu ego até o ápice.... No final das contas, estas pessoas orientadas e manipuladas por este bando de religiosos acabam por absorver sua arrogância e por criticar quem está a cumprir a Torá de maneira certa... mais divisões, mais destruição na cidade!!!

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O processo é simples: O coitado que foi orientado por estes cínicos “rabinos tartufos” e que quer sair de lá se dará muito mal, será rejeitado pelo grupo, designado como “leproso”, depois ele será perseguido e enfim isolado e cairá em depressão. Se aquele coitado ainda resistir à todo este abuso emocional, ele terá que segurar bem firme, desaprender tudo o que lhe enfiaram goela abaixo, e depois com muita força de vontade ele terá que aprender ÀS ESCONDIDAS a verdadeira Torá!!! Coragem, coragem!!!!!!!!! Tudo isto é para o bem.

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A partir do momento em que os rabinos chegam ao “poder” (e que poder!), cria-se uma grande expectativa de moralização e de ética das práticas do judaísmo. A corrupção dos rabinos existente atualmente no Rio de Janeiro e o aparelhamento “ortodoxo” só podem causar o caos - e "um desencanto enorme dos judeus de boa fé e uma destruição avassaladora".

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“Nada se opõe à vontade” então senhor, senhora, reúnam todas as suas forças não só para fazer Teshuvá, mas também para mantê-la.