Estudar Torá

Estudo da Tora

A Tora é o “prazer escondido” de D’us. Neste sentido, ela transcende a criação. Quando D’us a revela, ela se torna a sabedoria de D’us. Desde então, o homem pode, por seu intermediário, realizar uma união extraordinária entre D’us e ele. Na verdade, aquele que estuda pouco a Tora pode, com esforços, dominar o tema. Paralelamente, ele é dominado pela Tora e não pode durante o estudo se consagrar a mais nada. Nenhuma outra situação é, aqui em baixo neste mundo físico-material, comparável a esta união que permite ao homem ao mesmo tempo dominar a Sabedoria de D’us e ser dominado por Ela. (Ver Estudo da Tora)

Diferenciamos a parte revelada da Tora da parte escondida da Tora. A primeira é constituída pelo Talmud e pelas Halahot, as Leis. Nesse ponto de vista, ela é limitada e podemos imaginar que conhecemos toda a Tora. Assim, o Rambam disse, na introdução de seu Michné Tora, que podemos, estudando seu livro, conhecer todas as leis da Tora. A parte oculta da Tora corresponde ao Midrash e a Kabala. Ela é expressa por termos do intelecto pela Chassidut. Todavia, essas duas partes formam uma só, a Tora. De maneira alusiva, a parte revelada da Tora se chama “água”, “pão”, “carne”, enquanto que a parte oculta é o “vinho” e o “óleo”. Neste sentido, o óleo se refere, em relação ao vinho, aos segredos mais escondidos. Na verdade, quando amassamos a uva, o suco aparece imediatamente. A oliva, em compensação, deve ser fortemente amassada para que o óleo escorra.

O homem que estuda a Tora pode se libertar das coisas do mundo e até mesmo dominá-las. Qualquer situação que ele deverá confrontar pode ser trocada por uma fase do estudo. Assim, dizem os Sábios se referindo ao exílio do Egito, “a argamassa, Homer, pode ser trocado pelo raciocínio dedutivo “a fortiori” da Tora, Kal Vahomer,e  o tijolo, Levena, pode ser trocado pelo estabelecimento da Lei, Lioun Halaha”.

Por outro lado diz-se que a Torá “fala das criaturas celestes e faz alusão as criaturas terrestres”. Assim, ela descreve antes de tudo as manifestações mais elevadas da Divindade, até mesmo quando ela parece tratar dos problemas mais materiais. A Chassidut permite perceber a espiritualidade da Tora.

A Tora deve iluminar o mundo. Muito mais, tudo aquilo que aparece na criação passa por seu intermédio. É por isso que se diz que “a Tora foi dada para realizar a paz no mundo”. Destaca-se também que “a Torá não está no céu”. É aqui em baixo que ela é decidida e o tribunal celeste aceita a decisão do tribunal terrestre. Ela é, por outro lado, o meio de elevar a matéria do mundo em função de suas decisões de Lei pelas autoridades ortodoxas habilitadas . Assim, o homem decide, ele mesmo de que maneira ele transformará o mundo, para construir aqui a residência de D’us.

Estudo da Tora

A Tora é o “prazer escondido” de D’us. Neste sentido, ela transcende a criação. Quando D’us a revela, ela se torna a sabedoria de D’us. Desde então, o homem pode, por seu intermediário, realizar uma união extraordinária entre D’us e ele. Na verdade, aquele que estuda pouco a Tora pode, com esforços, dominar o tema. Paralelamente, ele é dominado pela Tora e não pode durante o estudo se consagrar a mais nada. Nenhuma outra situação é, aqui em baixo neste mundo físico-material, comparável a esta união que permite ao homem ao mesmo tempo dominar a Sabedoria de D’us e ser dominado por Ela. (Ver Estudo da Tora)

Diferenciamos a parte revelada da Tora da parte escondida da Tora. A primeira é constituída pelo Talmud e pelas Halahot, as Leis. Nesse ponto de vista, ela é limitada e podemos imaginar que conhecemos toda a Tora. Assim, o Rambam disse, na introdução de seu Michné Tora, que podemos, estudando seu livro, conhecer todas as leis da Tora. A parte oculta da Tora corresponde ao Midrash e a Kabala. Ela é expressa por termos do intelecto pela Chassidut. Todavia, essas duas partes formam uma só, a Tora. De maneira alusiva, a parte revelada da Tora se chama “água”, “pão”, “carne”, enquanto que a parte oculta é o “vinho” e o “óleo”. Neste sentido, o óleo se refere, em relação ao vinho, aos segredos mais escondidos. Na verdade, quando amassamos a uva, o suco aparece imediatamente. A oliva, em compensação, deve ser fortemente amassada para que o óleo escorra.

O homem que estuda a Tora pode se libertar das coisas do mundo e até mesmo dominá-las. Qualquer situação que ele deverá confrontar pode ser trocada por uma fase do estudo. Assim, dizem os Sábios se referindo ao exílio do Egito, “a argamassa, Homer, pode ser trocado pelo raciocínio dedutivo “a fortiori” da Tora, Kal Vahomer,e  o tijolo, Levena, pode ser trocado pelo estabelecimento da Lei, Lioun Halaha”.

Por outro lado diz-se que a Torá “fala das criaturas celestes e faz alusão as criaturas terrestres”. Assim, ela descreve antes de tudo as manifestações mais elevadas da Divindade, até mesmo quando ela parece tratar dos problemas mais materiais. A Chassidut permite perceber a espiritualidade da Tora.

A Tora deve iluminar o mundo. Muito mais, tudo aquilo que aparece na criação passa por seu intermédio. É por isso que se diz que “a Tora foi dada para realizar a paz no mundo”. Destaca-se também que “a Torá não está no céu”. É aqui em baixo que ela é decidida e o tribunal celeste aceita a decisão do tribunal terrestre. Ela é, por outro lado, o meio de elevar a matéria do mundo em função de suas decisões de Lei pelas autoridades ortodoxas habilitadas . Assim, o homem decide, ele mesmo de que maneira ele transformará o mundo, para construir aqui a residência de D’us.

Estudo

O Tanya explica que o homem que estuda a Tora pode realizar entre ele e D’us “uma união extraordinária que não pode ser comparada com nenhuma outra aqui nesse mundo”. Na verdade, aquele que analisa um conceito consegue dominá-lo. Paralelamente, ele é também envolvido e dominado por ele, não podendo pensar em outra coisa ao mesmo tempo. Ora, materialmente, é impossível dominar e ao mesmo tempo ser dominado por um mesmo elemento. Somente a Tora pode realizar tal fato. Diz-se por outro lado, que “Sua sabedoria e Ele formam Um só”. Assim, por este estudo, o homem realiza uma união profunda entre ele e D’us.

Por outro lado, o homem que estuda a Tora usa, da maneira mais positiva, meios intelectuais dados por D’us. Nesse caso, ele tem a possibilidade de conseguir uma representação exata do conceito que ele percebe. É assim então que ele afirma a elevação de sua pessoa, o intelecto sendo o atributo do homem, enquanto que os sentimentos ocorrem também nos animais.